quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Nota de imprensa sobre remodelação governamental

Nos últimos dias o Sr. Primeiro Ministro efectuou uma remodelação governamental, Ministro da Saúde, da Cultura e o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais foram substituídos, sendo que este facto nos leva a um único comentário, PECA POR TARDIO!!!

O Secretário de Estado, ele próprio admitiu que já queria sair no passado verão e apenas sai agora, a Ministra da Cultura poucos eram aqueles que sabiam quem era, mas em relação ao Ministro da Saúde a situação é totalmente diferente, senão vejamos.

O Sr. Ministro encerrou valências de saúde pelo país todo e com isso os portugueses perderam serviços, e a qualidade do serviço nacional de saúde decresceu. Após a sua actuação, as Urgências hospitalares encontram-se sobrelotadas, no caso do nosso distrito apenas Aveiro e Santa Maria da Feira se encontram abertas 24 horas por dia e este facto nota-se no tempo médio de espera para ser atendido nestes serviços, largamente superior ao registado no passado. No sector da saúde mais do que um problema de gestão nas unidades hospitalares, existe um problema de política de um ministério da saúde que tem prejudicado os portugueses.

Com esta substituição esperamos uma inversão de política na saúde e a reabertura de serviços hospitalares, para que nomeadamente as Urgências do Hospital Infante D. Pedro não continuem a denotar os mesmos problemas de sobrelotação que tem vindo a ser demonstradas.

Em suma, esta remodelação foi tardia, mas consideramos que o Eng. José Sócrates se esqueceu de um membro que continua a mais, o Dr. Laurentino Dias, o Secretário de Estado da Juventude e Desporto que tem a tutela da Juventude e que desde 2005 nada fez em favor da mesma, apenas retirar-lhe direitos.

A Comissão Politica de Secção de Aveiro da Juventude Social-Democrata

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

JSD contra política de arrendamento jovem

A JSD lançou no dia 28 de Fevereiro uma campanha de contestação à política de arrendamento jovem seguida pelo Governo socialista. “Este Governo Fechou-nos a porta” é o slogan que dá o mote a mais de uma dezena de outdoors colocados nas principais cidades do país.

A campanha arrancou em Lisboa com uma iniciativa de jovens sociais-democratas, na Alameda da Universidade, no Campo Grande. As barreiras impostas pelo Governo ao arrendamento por parte dos jovens foram o tema de um teatro de rua que evidencia e ridiculariza o actual regime de arrendamento.

No âmbito desta iniciativa, a JSD vai apresentar na Assembleia da República uma proposta de lei alternativa à do actual regime, visando uma solução efectiva que permita aos jovens portugueses o acesso ao arrendamento. Na próxima quarta-feira, dia 30, em Coimbra, terá lugar um debate sobre políticas de habitação no qual participarão entidades da sociedade civil, entre as quais representantes da Plataforma Artigo 65 e do Movimento Porta 65 Fechada.

“Os critérios estipulados para efeitos de elegibilidade ao arrendamento jovem, bem como as taxas de esforço nele previstas impossibilitam objectivamente o acesso de milhares de jovens ao programa de incentivos”, afirma o presidente da JSD, Pedro Rodrigues. O líder da Juventude Social-Democrata estranha o silêncio do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto sobre um diploma que colocou milhares de jovens sem solução de habitação.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Conselho Nacional

No passado dia 26 de Janeiro em Oliveira de Azeméis realizou-se o III Conselho Nacional, orgão onde a JSD/Aveiro tem um representante, Bruno Costa, que usou da palavra no período de análise político partidária.

Bruno Costa demonstrou-se preocupado com o novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior e a sua implementação, salientando que das trinta maiores instituições de ensino superior apenas três avançaram para fundação (Aveiro, Porto e ISCTE), tendo avançado num cenário de grande incerteza e num contexto em que o Sr. Ministro da Ciência e Ensino Superior criticava a gestão universitária e com o conselho de reitores a criticar a tutela. O conselheiro nacional aveirense utilizou ainda o exemplo aveirense, pois o prazo de candidatura terminou no passado dia 10, sendo que em 8 de Janeiro a assembleia estatutária aprovou a candidatura no seguimento de reuniões entre a tutela e os responsáveis da universidade, sendo que deste modo a universidade ajudou o ministro a manter-se no lugar.

Falou ainda sobre saúde, mais concretamente sobre as urgências de Aveiro, pois com o consecutivo encerramento de urgências que vem sendo implementado pelo ministério no distrito, Aveiro e Santa Maria da Feira são as únicas urgências abertas 24 horas por dia no distrito, tendo levado a uma sobrelotação destes serviços, em suma “menos serviços, menos qualidade no serviço”. Salientando ainda o falecimento de duas pessoas nos últimos dias, relacionando-as com a sobrelotação do hospital aveirense, dizendo ainda que estas pessoas não iam a caminho da instituição, mas já se encontravam nela. Em suma, o antigo ministro Jorge Coelho demitiu-se quando caiu a ponte de Entre-os-rios, por isso Bruno Costa esperava no mínimo o mesmo comportamento, quer isto dizer esperava a demissão do Ministro.