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sábado, 30 de novembro de 2013

COMUNICADO

JSD Aveiro apoia a recandidatura de Catarina Pereira à Regional

A Comissão Política Concelhia da Secção de Aveiro, reuniu hoje, sábado 30 de Novembro de 2013 e deliberou por unanimidade apoiar a candidatura à Comissão Política Regional de Aveiro encabeçada pela companheira Catarina Pereira.

sábado, 23 de novembro de 2013

Catarina Pereira recandidata à liderança da JSD Regional de Aveiro

Catarina Pereira quer ver a Juventude Social Democrata (JSD) "ganhar peso dentro do partido" e garantir que "a representatividade desta geração é devidamente conseguida".

A jovem de 29 anos, irá recandidatar-se à liderança da comissão regional da JSD nas eleições que decorrerão no princípio de 2014 e tem diversos objectivos para cumprir no seu segundo mandato.

"Continuaremos a formar jovens na vertente política e de intervenção pública, alargando os seus horizontes e motivando-os para uma cidadania activa, participativa e competente", diz ao Diário de Aveiro, acrescentando que quer "reforçar a abertura à sociedade" e implementar uma "política de proximidade".

As áreas de acção social, educação, emprego, empreendedorismo e natalidade estarão no centro das preocupações da social-democrata, que dirige a JSD/Aveiro desde Fevereiro de 2012.

Catarina Pereira única candidata conhecida, quer dar continuidade ao "bom mandato" iniciado no ano passado, em que o "principal objectivo" tem sido defender os interesses dos jovens que enfrentam actualmente "dificuldades impares".

"Este projecto está em curso e ficaria incompleto se não me recandidatasse", refere, anunciado que irá "renovar a equipa".

Fonte: Diário de Aveiro (edição em papel)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Concelhia acolhe Aveiro em formação 2013

A Concelhia de Aveiro irá receber este ano o "Aveiro em formação", um actividade da JSD em conjunto com o PSD.

Este programa tem como objectivo formar as camadas mais jovens do partido, contribuindo para uma nova geração mais qualificada e preparada para os problemas da sociedade.

A JSD Aveiro recebe esta notícia com satisfação pois demonstra o bom trabalho desenvolvido pela concelhia até agora e tem agora a oportunidade de demonstrar, mais uma vez, o seu valor com um papel de relevo na organização do "Aveiro em formação".

segunda-feira, 4 de junho de 2012

ENESD elege membro da JSD Aveiro

O primeiro Encontro Nacional de Estudantes Sociais Democratas (ENESD) elegeu Frederico Teixeira, para a Coordenadora Nacional do Ensino Básico e Secundário.

Frederico, que ocupa a posição de Vogal na Comissão política de Secção da JSD Aveiro, vai também ocupar a mesma posição no órgão Nacional para o qual foi eleito.

O jovem social-democrata participará agora nas principais decisões, para a criação de Núcleos de Estudantes Sociais Democratas, nas escolas Básicas e Secundárias de todo o país.

Como afirmou Duarte Marques, líder da JSD, no encontro do último sábado, "o NESD [n.d.r.: Núcleo de Estudantes Sociais Democratas] vai lutar pelos direitos dos estudantes, independentemente da sua orientação política", reafirmando que "a JSD não é, nem o PCP, nem o CDS, nem o BE, a JSD defende todos os estudantes".

Destaque ainda para a representação do Núcleo de Estudantes Sociais Democratas da Universidade de Aveiro (NESDUA), através de João Andrade Machado (presidente) e  João Gameiro (vice-presidente).

O líder do Núcleo aproveitou a ocasião para tornar público o trabalho e as linhas orientadoras já construídas no ainda curto mandato.

O Ministro da Educação e da Ciência, Nuno Crato, também marcou presença.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Sexta Universidade Europa arranca hoje

A JSD, o PSD, o GEPSD (Grupo Europeu do PSD), e o PPE, abrem hoje as portas à 6ª edição da Universidade Europa, que se vai realizar em Coimbra e que só terminará no domingo.

Com o intuito de "aprofundar o estudo das questões europeias" a formação contará com a presença do líder da JSD Nacional, Duarte Marques.

Outros dos ilustres convidados são, Paulo Rangel e Carlos Coelho, representantes do PSD no Parlamento Europeu e ainda Jorge Moreira da Silva, Vice-Presidente da Comissão Política Nacional do PSD líderada por Pedro Passos Coelho.

O programa poderá ser consultado aqui.

terça-feira, 24 de abril de 2012

JSD responde ás ausências no 25 de Abril

 "25 de Abril sempre", mesmo!


Aproxima-se o 25 de Abril e para além da divulgação da importância desta data para o fundamento democrático em Portugal, têm circulado notícias sobre comportamentos de protagonistas políticos e cívicos que têm certamente entristecido os portugueses.
Mário Soares e Manuel Alegre informaram que não vão participar nas cerimónias oficiais do 25 de Abril, "em solidariedade" com a Associação 25 de Abril, que já tinha anunciado a sua recusa em participar nas festividades na Assembleia da República.
A JSD informa que os seus deputados à Assembleia da República estão também imbuídos no espírito de solidariedade, mas esta é para com o Estado de Direito democrático, pelo que marcarão presença nas referidas comemorações. Esta é uma real solidariedade para com a democracia de hoje e um compromisso que perdurará no futuro no nosso país através do empenho da juventude portuguesa.
Confessamo-nos perplexos com o facto de Manuel Alegre afirmar que não irá participar argumentando que “a celebração sem aqueles que fizeram o 25 de Abril não tem o mesmo significado”. Mas de quem é o 25 de Abril, ousamos perguntar?
Durante tempo demais ouvimos os supostos “donos” da revolução a dizer-nos o que foi, o que é e o que será o 25 de Abril. Ao assumirem uma noção proprietária do regime democrático, não cuidaram sequer de perceber que estavam a negar a própria essência da democracia. Se há um dono da revolução, independentemente dos protagonistas, ele só pode ser um: o povo português.
Também por isso dizemos, sem amarras, que o sucesso da marca do 25 de Abril e da conquista da democracia será tanto maior quanto menos depender dos agentes da mudança de 1974, não porque contra eles se cumpra melhor a revolução, mas porque será sem eles que as futuras gerações tomarão o encargo de a honrar e preservar. A interiorização da ideia de democracia e a naturalidade com que assumimos a liberdade, essas sim, traduzem a verdadeira conquista daquela época histórica.
Ceder a corporativismos de qualquer natureza é desrespeitar o verdadeiro legado do 25 de Abril. Mais do que para os nossos pais ou até mais do que para nós próprios, o 25 de Abril é um valioso ideário democrático para os que se seguirão. É a promessa da perpetuação da democracia e da luta contra forças tirânicas de opressão.
Podem tentar corromper as celebrações, mas não conseguirão apagar a acendalha da liberdade democrática nem quebrar a fé na democracia. Lamenta-se, é certo, que os Capitães de Abril não compareçam nas comemorações. Mas mesmo na sua ausência será comemorado o direito mais precioso que o 25 de Abril nos trouxe e que inclusivamente engloba o seu direito de decidir não participar no acto oficial: a liberdade democrática.
Abril fez-se e continuará a fazer-se para que todos sejam tidos por iguais, merecedores do mesmo respeito, dignidade e protecção. Abril desfaz-se e desintegra-se sempre que alguém, independentemente da sua relevância, entende ser mais igual do que outros.
Da nossa parte, manteremos um escrupuloso cumprimento do dever de homenagem a todos quantos fizeram parte da construção da democracia, onde incluímos, como não poderia deixar de ser, os que voluntariamente se ausentam.
Independentemente da profunda discordância que entendemos expressar face à atitude divisionista empreendida por alguns dos heróis de Abril, a JSD e os seus deputados cumprirão o imperativo, a honra e o orgulho de prestar o devido tributo ao conjunto das forças (civis, políticas e militares) que tornaram o quotidiano democrático uma possibilidade. Mas não esqueceremos que, 38 anos depois, muitos mais foram e muitos mais serão os que, depois de 1974, ajudaram e ajudarão a cumprir Abril todos os dias.
De outra forma não faria sentido comemorar aquele que foi um renascimento não só de um regime, mas antes e sobretudo o de uma nação.

Fonte: JSD

sexta-feira, 20 de abril de 2012

JSD apresenta alterações ao estatuto do trabalhador estudante

JSD apresenta alterações ao Código do Trabalho para flexibilizar o Estatuto do Trabalhador-Estudante

O Grupo Parlamentar do PSD entregou no dia 19 de Abril, na Assembleia da República, algumas propostas de alteração ao Código de Trabalho, no âmbito do processo de terceira revisão deste diploma, no que respeita ao Estatuto do Trabalhador-Estudante.
Um das propostas permite ao trabalhador-estudante, que frequenta um curso em regime de ECTS, optar por cumular os dias anteriores ao da prestação das provas de avaliação, num máximo de três dias, seguidos ou interpolados, prevendo-se também a possibilidades de apenas usufruir, se assim o entender, de meios dias.
Para Joana Barata Lopes, Deputada do PSD e membro da Comissão de Trabalho e Segurança Social da Assembleia da República “é necessário dar possibilidade aos trabalhadores-estudantes de adaptarem as horas de estudo às suas necessidades, indo de encontro ao melhor espírito do Processo de Bolonha”.
Outra das propostas de alteração visa simplificar e dar maiores garantias aos estudantes de conseguirem comprovar, junto da sua instituição de ensino, a sua condição de trabalhador. Com a nova redacção proposta pelo PSD, o estudante pode comprovar a sua condição de trabalhador, não tendo que recorrer apenas à sua entidade patronal, caso seja trabalhador por conta de outrem, nem impossibilitando o acesso trabalhadores por conta própria, mas podendo apresentar outro tipo de comprovativos.
Como clarifica a Deputada Joana Barata Lopes “esta situação ajuda a resolver situações de injustiça no acesso ao Estatuto já que muitas instituições de ensino exigiam um comprovativo da entidade empregadora, o que poderia originar atrasos e até obstáculos no acesso ao Estatuto. Com uma declaração da Segurança Social ou de outra caixa privada, o estudante pode ver facilitado o seu acesso ao Estatuto”.
A Bancada Parlamentar do PSD também propôs que o Estatuto do Trabalhador-Estudante seja sujeito a diploma de regulamentação, não se esgotando nas normas constantes do Código do Trabalho, de modo a poderem ser mais especificadas e desenvolvidas.
Com estas propostas apresentadas pelo grupo parlamentar do PSD, além de se facilitar o acesso ao Estatuto de Trabalhador-Estudante, simplificando-se o processo, evitando-se potenciais bloqueios da entidade patronal, “a adaptação deste diploma à realidade já não tão recente do Ensino Superior com a implementação do Processo de Bolonha, iniciando o caminho para que os direitos previstos pelo Estatuto se tornem compatíveis com os cursos organizados em ECTS é profundamente inovador e revela verdadeiro conhecimento das necessidades dos estudantes-trabalhadores”, como referiu a Deputada Joana Barata Lopes.
Com a revisão deste Estatuto, além da oportunidade de se poder melhorar e adequadar as necessidades de quem é beneficiário, corrigindo-se eventuais injustiças, pretende-se também corresponder à mudança do paradigma social de Trabalhador-Estudante para uma realidade cada vez maior do Estudante-Trabalhador

Fonte: JSD

segunda-feira, 26 de março de 2012

Discurso de Passos Coelho encerra XXXIV Congresso do PSD

Como é hábito, o presidente da comissão política nacional e actual primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho fechou o congresso com um também habitual discurso.

domingo, 25 de março de 2012

XXXIV congresso: Vítor Martins na lista de Passos Coelho

No dia em Pedro Passos Coelho anunciou os nomes da Comissão Política e a composição da lista para o Conselho Nacional a submeter a votação, Vítor Martins foi um dos escolhidos.

O actual presidente da Junta de Freguesia de Santa Joana é o número cinco no Conselho Nacional do PSD.

sábado, 24 de março de 2012

PSD TV acompanha o XXXIV congresso do partido

Iniciou-se na tarde de ontem o XXXIV congresso do Partido Social Democrata.

A PSD TV esteve lá e faz-nos o resumo do primeiro dia de trabalhos.

domingo, 18 de março de 2012

JSD critica acordo entre Governo e Sindicatos que deixa estudantes fora do conselho pedagógico das escolas


A Juventude Social Democrata discorda da vontade conjunta entre o Ministério da Educação e os sindicatos de que a composição do Conselho Pedagógico das escolas básicas e secundárias seja somente feita por professores. Trata-se de uma decisão errada anunciada pelo Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e negociada apenas com os professores nas costas dos estudantes.  
Apesar do acordo obtido entre a tutela e os sindicatos prever que o Presidente do Conselho Pedagógico possa convidar outros elementos da comunidade educativa para estarem presentes em reuniões específicas, o facto de os alunos deixarem de estar previstos na composição deste órgão, resultará certamente na sua ausência permanente. 
Esta medida acordada faz-nos recordar alguns erros cometidos pela anterior governação socialista ao retirar os estudantes dos órgãos de gestão das instituições de ensino superior, e de centralizar esses poderes na figura de um director, empobrecendo a democracia dentro do Ensino. 
Cada vez mais se tem apelado e reforçado o discurso da necessidade de se aumentar a exigência no Ensino e da responsabilização dos agentes educativos. Se queremos aumentar as responsabilidades dos alunos, não lhes podemos retirar oportunidades de provarem o seu valor, a sua visão, resumidamente, não se deve retirar a oportunidade de pedagogicamente aprenderem a assumir responsabilidade e também de participarem na decisão. 
Duarte Marques, Presidente da JSD, considera que “numa lógica de um ensino centrado no aluno, esta medida contraria esta orientação. Um aluno que não sente a sua escola, que não é chamado à responsabilidade de melhorar o espaço onde passa a maioria do seu tempo, que não se sente representado, desresponsabiliza-se”. 
Sendo este o órgão de coordenação e supervisão pedagógica e orientação educativa, faz todo o sentido que tenha a presença e a voz dos alunos, mostrando a sua visão e a sua experiência, confirmando ou não se a gestão pedagógica está a produzir os resultados pretendidos. 
Apesar de este acordo obtido entre o Ministério da Educação e a Federação Nacional de Educação prever maior autonomia das escolas, como o reforço das funções do Conselho Geral, a possibilidade de definirem o número de departamentos curriculares e o coordenador destes ser eleito pelo respectivo departamento, trazendo uma grande evolução a todo o sistema e pelo qual congratulamos o Governo, o Secretário de Estado e os sindicatos, por outro lado erra profundamente com o afastamento dos alunos de um órgão onde a sua presença é de indiscutível importância. 
Os bons professores sabem desta realidade e discordam, certamente, desta opção. 
A JSD apela veementemente ao Governo, e em particular ao Secretário de Estado José Casanova, para que reconsidere esta opção, não deixando de prever os alunos na composição dos Conselhos Pedagógicos. Em vez de retrair a participação estudantil e juvenil, pelo contrário, deve haver um maior incentivo para que se combata o irrefutável afastamento dos jovens da política e da participação cívica 

Lisboa, 18.03.2012 

PSD recomenda ao Governo 21 medidas de promoção de incentivos ao empreendedorismo jovem

Empreendedorismo

Uma forma de combate ao desemprego jovem
 
O Grupo Parlamentar do PSD entregou na Assembleia da República um Projecto de Resolução com recomendações ao Governo para a promoção de incentivos ao empreendedorismo jovem, seguindo essencialmente três grandes linhas orientadoras: o auxílio no processo de transição dos jovens do meio escolar para o mercado de trabalho; o desenvolvimento de mais e melhores competências para os jovens que queiram criar o seu próprio emprego; a promoção de um conjunto de medidas complementares de combate ao desemprego jovem e à modernização da economia portuguesa.
Esta é uma proposta que nasceu pela mão dos jovens Deputados do PSD, cujo primeiro subscritor é o líder da JSD, Duarte Marques.
Cláudia Monteiro de Aguiar, Deputada do PSD na Comissão de Economia e Obras Públicas é a porta-voz desta iniciativa que aproveita para salientar a “importância deste tipo de projectos sobretudo na promoção de emprego jovem e dos incentivos à criação do próprio emprego através do fomento do empreendedorismo”, uma preocupação desde há muito defendida pela JSD e um compromisso assumido pelo Governo, inscrito num dos capítulos do seu programa.
Do projecto de resolução em questão, a partir do qual se esperam resultados provenientes do empreendedorismo, como a criação de emprego, o crescimento da economia e o aprofundamento de uma cultura empresarial baseada na inovação, destacam-se as seguintes propostas:
- aposta na formação para a internacionalização, disponibilizando aos jovens empreendedores ferramentas necessárias para que possam estudar os mercados, as estruturas existentes antes de procederem à internacionalização da marca, bem ou serviço que pretendem exportar, articulando a formação com as potencialidades de programas já existentes como o InovContacto ou o ERASMUS.
- participação numa bolsa de empreendedores a nível europeu promovendo sinergias e troca de experiências e serviços com outros empreendedores ou com empresas no espaço europeu, no seguimento da iniciativa europeia “ERASMUS para jovens empreendedores”;
-introdução de conteúdos de gestão de projecto, internacionalização e empreendedorismo de forma transversal ao longo do percurso formativo;
- estimulo à criação de fundos de capital de risco em ligação ao meio académico e científico no sentido de promover spin-off de projectos de instituições de ensino superior que resultem em  empresas e produtos inovadores;
- promoção da criação de uma Bolsa de Tutores de sucesso para acompanharem e auxiliarem gratuitamente jovens empreendedores;
- atribuição de subsidio de desemprego para os jovens empreendedores que apostam na criação de empresas;
- promoção da reforma do Estatuto da Carreira Docente e de Investigação no sentido de valorizar a procura de resultados científicos com aplicabilidade na criação de valor em empresas;
- promoção de uma linha financeira dirigida ao empreendedorismo de base local, através de Centros de Inovação e Empreendedorismo nos municípios com menos de 30.000 habitantes a partir do QREN, como forma de dinamizar e recuperar espaços desocupados e/ou degradados;
- reforço da ajuda técnica através da criação de gabinetes de apoio à elaboração de candidaturas, com apoio na estruturação de ideias, na definição de business e marketing plans bem como no acompanhamento ao desenvolvimento de negócio nos primeiros anos – aceleradores de negócio;
- promoção da criação de uma plataforma de partilha de boas práticas, ideias e recursos para jovens empreendedores;
Para Cláudia Monteiro de Aguiar, o Grupo Parlamentar do PSD com este projecto de resolução reconhece o desemprego jovem como um dos principais problemas afectos à juventude de Portugal e classifica a urgência “na criação de estímulos que ajudem os jovens a constituir os seus projectos de vida em Portugal…aliás é isso que os jovens esperam das entidades governamentais”, a Deputada afirma que é através de uma forte aposta nas novas gerações que salvaguardamos o futuro do nosso País”.

Fonte: JSD

quarta-feira, 14 de março de 2012

Cinco escolas representam o distrito no Parlamento dos Jovens

Autor da Imagem: Paulo Ramos

A eleição ocorreu ontem, no Museu Marítimo de Ílhavo, no âmbito da sessão distrital deste programa, que reuniu mais de uma centena de jovens, representando mais de 30 escolas secundárias (cada uma a ser representada por três alunos).
A Bruno Coimbra, deputado do PSD responsável por esta sessão, os jovens colocaram questões, não só sobre o tema em debate – “Redes Sociais: Participação e Cidadania” -, mas também sobre o actual estado socioeconómico do país. O emprego (mais precisamente a falta dele), as recentes alterações legislativas no ensino, o facto de a actual geração ter que “pagar pela irresponsabilidade da classe política”, o futuro dos jovens enquanto cidadãos europeus e os incitamentos do Governo à emigração foram apenas algumas das preocupações reveladas pelos estudantes.

Fonte: Diário de Aveiro

terça-feira, 13 de março de 2012

"Estudantes mais bem informados politicamente"

Biblioteca da escola foi pequena demais para os estudantes
Foi este o balanço que a JSD fez da ação de formação, realizada ontem, na escola secundária Dr. Mário Sacramento.

Com uma participação maior do que a esperada, os membros da JSD Nacional, representada por Duarte Marques e Bruno Coimbra, ambos deputados, saíram visivelmente satisfeitos com o resultado da formação "Jovens em mundo político".

Opinião que foi inteiramente subscrita pela JSD Aveiro, dando os "parabéns à Direção da AE pela ótima iniciativa, os alunos estão efetivamente melhor informados politicamente e a nossa imagem saiu muito bem perante alunos e professores".

O que é a precariedade? Para a JSD, é a vergonha de um licenciado ganhar 500 euros

Um ano volvido sobre a manifestação que lutava contra a precariedade, ela ainda existe – e agora com uma taxa de desemprego muito maior. O Negócios perguntou às "jotas" o que entendem por precariedade. Dos recibos verdes aos magros ordenados, o leque é vasto.
Para o dicionário Priberam, o substantivo precário representa um “indivíduo sem vínculo de trabalho permanente”. Mas cada uma das juventudes partidárias vê a precariedade de forma distinta. A JS, por exemplo, entende que é “o exercício de funções laborais sem garantias, sem estabilidade e sem remuneração”, cabendo aqui a “fraude” dos recibos verdes e dos baixos salários. Mas o pior mesmo é quando se juntam os “recibos verdes ao salário muito baixo”, explica Pedro Alves, o líder da Juventude Socialista.

Na Juventude Popular, o presidente Miguel Pires da Silva não faz uma leitura tão linear do conceito. “Um precário não tem necessariamente de estar a recibos verdes; por exemplo, um advogado recebe dessa forma e pode não ser precário”, explica. Para o líder, que é natural do “bastião” Ponte de Lima, os “filhos desta geração foram mal ensinados, foi tudo facilitado e dado de mão beijada”. “Como fomos educados nesse ambiente, custa-nos muito mais voltar para trás”, resume. Por isso, esta é a hora “de os jovens deixarem de ficar à espera que lhes resolvam os problemas e de serem empreendedores”.

Duarte Marques, da JSD, não é tão formal na questão: o problema não está no termo dos contratos, mas nas remunerações que não reflectem o trabalho prestado. “A precariedade não é ter contrato a três anos, ou ter contrato a termo. A precariedade, mesmo, é um jovem qualificado, que acrescenta valor à empresa, que depois tem um ordenado de 500 euros”, assinala o também deputado do PSD. A precariedade é, assim, “a falta de reconhecimento, é o não ser devidamente remunerado”. “É vergonhoso um jovem qualificado ganhar 500 euros, menos que uma empregada doméstica, com todo o respeito que elas me merecem”, critica.

Escravos, ‘quinhentoseuristas’, intermitentes

O manifesto do Movimento 12 de Março identificava os precários: “desempregados, ‘quinhentoseuristas’ e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal”. Um conceito suficientemente extenso para abarcar quase todos os conceitos das “jotas”, mas que se aproxima mais do do Bloco de Esquerda. “São as condições totalmente abusivas dos falsos recibos verdes, contratos a prazo e o trabalho temporário abusivo”, descreve José Soeiro, do Bloco de Esquerda (que não tem “jota”).

A Juventude Comunista Portuguesa, pela voz de Tiago Vieira, entende que “a precariedade é a situação que enfrenta mais de um milhão de trabalhadores portugueses, e a esmagadora maioria dos jovens. Que vivem sem saber o futuro, se é uma semana, um mês, um ano, como fruto das medidas deste Governo”, enumera.

Reconhecer o mérito e aumentar a fiscalização

Já os caminhos para solucionar este problema são mais que muitos. Pedro Alves, da JS, entende que se devia aumentar a fiscalização da Autoridade para as Condições de Trabalho, para identificar as situações de “falsos recibos verdes”, além de se reforçar os incentivos às empresas que “não recorram a trabalho precário.

Miguel Pires da Silva entende que a legislação laboral tem de ser alterada. “Deve existir uma lei que proteja o mérito e não a antiguidade. Muitas vezes, quem está efectivo e não acrescenta nada não é despedido porque a indemnização é grande, e bloqueia a entrada de jovens que poderiam acrescentar muito. A JP defende que se revogue a Constituição e se faça uma nova, o fim do IRC quando a consolidação orçamental estiver concluída e mais flexibilidade na Função Pública.

Fonte: Jornal de Negócios

domingo, 11 de março de 2012

Líder da JSD em Aveiro segunda-feira

Duarte Marques líder nacional da JSD
Duarte Marques actual líder da JSD visita esta segunda-feira, em Aveiro, a escola secundária Dr. Mário Sacramento, no âmbito de uma formação politica juvenil.

"Jovens em mundo político" é o tema da acção de formação que tem como objectivo dar a conhecer aos adolescentes a forma de como interagir politicamente na local a que pertencem, bem como esclarecer dúvidas e levantar questões à cerca da política em geral.

A acção decorrerá a partir das 10h15 desta segunda-feira.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Universidade de Verão 2008 - inscrições até 3 de Julho

Desde 2003 que se realizam as Universidades de Verão promovidas conjuntamente pelo PSD, a JSD, o Instituto Sá Carneiro e o PPE. Durante uma semana, de 1 a 7 de Setembro numa jornada de estudos intensivos, trabalham em conjunto uma selecção de jovens quadros de elevado potencial e um naipe de formadores e oradores de grande qualidade.As candidaturas estão abertas aos militantes da JSD, a jovens quadros do PSD e a independentes que nas autarquias locais, no movimento estudantil, ou em qualquer outra actividade de intervenção social tenham estreitado esforços com o nosso partido.As candidaturas podem ser enviadas até 3 de Julho, para a morada indicada, ou através do site da JSD http://www.jsd.pt/.

Só serão apreciadas as candidaturas completas (com o formulário de candidatura totalmente preenchido, acompanhado de currículo e de fotografia actual e com qualidade). Na selecção das candidaturas respeitar-se-ão critérios de equilíbrio entre os sexos, as idades e as proveniências regionais, e valorizar-se-á a componente de intervenção partidária e/ou cívica.

Os candidatos que já foram seleccionados para anteriores edições perdem prioridaderelativamente aos demais candidatos.Os candidatos seleccionados deverão comprometer-se a participar em todas as sessões durante todo o curso e terão de pagar uma propina de inscrição de120 Euros.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Quem é Manuela Ferreira Leite

Manuela Ferreira Leite, economista, 67 anos, entrou para o PSD pela mão do Presidente da República, Cavaco Silva, seu grande amigo e principal referência política. Agora, chega ao poder, sagrando-se a primeira mulher a chegar à presidência do partido.

Maria Manuela Dias Ferreira Leite nasceu em Lisboa a 3 de Dezembro de 1940, filha de um casal de advogados e neta do protagonista do «último duelo realizado em Portugal» e autor de um Tratado de Finanças Públicas.

A tradição familiar na área das Finanças vai ainda mais longe no tempo. Manuela Ferreira Leite é bisneta de José Dias Ferreira, que foi ministro da Fazenda do rei D. Carlos, que o nomearia presidente do Conselho em 1892.

Licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF) em 1963 e pouco depois conheceu Cavaco Silva, com quem dividiu aulas práticas de Finanças Públicas e Economia Pública e de quem foi chefe de gabinete quando este exerceu o cargo de ministro das Finanças de Sá Carneiro. Manuela Ferreira Leite filiou-se no PSD alguns anos mais tarde, depois de Cavaco Silva se tornar presidente do partido no Congresso da Figueira da Foz de 1985 - momento a que assistiu pela televisão. A seguir, foi directora-geral da Contabilidade Pública, secretária de Estado do Orçamento e ministra da Educação dos governos de maioria absoluta do PSD chefiados pelo actual Presidente da República.

Controvérsias e rigor

Foi como ministra da Educação que ganhou a imagem pública de austeridade e passou a ser comparada à ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, recebendo o seu epíteto «Dama de Ferro», que alguns que a conhecem de perto desmentem.
«É das pessoas mais humanas e sensíveis que conheço», afirmou o eurodeputado do PSD Carlos Coelho. «Toda a gente diz que tenho um ar de bruxa, e não posso fazer nada contra isso. Não sou é pessoa que mostre um grande à-vontade nos primeiros contactos», observou a própria.

Manuela Ferreira Leite é católica, divorciada e mãe de três filhos. Cancelou o último dia de campanha, na sexta-feira, para ver o seu novo neto, que nasceu em Inglaterra.
«É muito mãe galinha. A vida dos filhos ocupa um espaço enorme na cabeça dela», segundo o seu director de campanha, Luís Marques Guedes.
Cavaco Silva escreveu sobre a sua ex-ministra e amiga, na sua autobiografia política: «Viria a revelar-se mais tarde uma mulher de grande visão política, qualidade de que, na altura, confesso, não me apercebi».

O regresso ao Governo

Depois dos governos cavaquistas, Manuela Ferreira Leite foi deputada da oposição, vice-presidente e presidente do grupo parlamentar do PSD e liderou a distrital do partido de Lisboa.
Voltou ao Governo em 2002 para ser a «número dois» de Durão Barroso, despenhando as funções de ministra de Estado e das Finanças.

Afastou-se de cargos políticos quando Pedro Santana Lopes substituiu Durão Barroso na liderança do Governo e do PSD em 2004, mas aceitou o convite de Cavaco Silva para ser membro do Conselho de Estado, após este ter vencido as presidenciais de 2006.

Agora, regressa pela porta grande, como primeira mulher a presidir o Partido Social Democrata.
in diario.iol.pt

sábado, 24 de maio de 2008

Eleições Directas de 31/05/08

Local de Votação: Sede do PSD - Avenida Dr. Lourenço Peixinho, 177 - 1º

Local de entrega de candidatura a delegados: Sede do PSD - Avenida Dr Lourenço Peixinho, 177 - 1º

Nota: As urnas estarão abertas das 10h00 às 17h00 no dia 31 de Maio de 2008 (Sábado).
As listas candidatas a Delegados são entregues ao Presidente da Mesa ou a quem o substitua estatutariamente até às 24h00 do dia anterior ao acto eleitoral (dia 30 de Maio de 2008)

terça-feira, 20 de maio de 2008

Conselho Nacional

Desta vez o tema foi Ambiente, pois a JSD tem adoptado uma estratégia de efectuar conselhos nacionais temáticos e descentralizados, Lisboa, Porto, Oliveira de Azeméis e agora Ansião. Terra Social Democrata do distrito de Leiria que acolheu, no passado dia 17 de Abril, o primeiro conselho com um novo modelo, a iniciar de manhã e a durar o dia todo, sendo que pela manhã a discussão se centrou no tema ambiente e onde o militante aveirense, Bruno Costa, usou da palavra para apelar a um olhar especial sobre a Ria de Aveiro por parte da estrutura nacional da JSD. Já no passado, um grupo alargado de congressistas do distrito de Aveiro haviam apresentado uma moção, aprovada por larga maioria, no último congresso nacional da JSD em Espinho. Face ao aumento dos combustíveis e em conjugação com uma moção apresentada pela comissão política nacional relembrou que nem só a STCP e a Carris são transportes públicos nacionais e que existem algumas câmaras que do seu orçamento pagam os seus transportes públicos urbanos, tal como Aveiro, e também carecem de especial atenção devido a este facto.

Da parte da tarde decorreu um amplo debate sobre a situação politico partidária, em especial as próximas eleições directas do dia 31/05/2008, em que falaram diversos conselheiros nacionais tomando partido pelas mais diversas candidaturas e aproveitando para fazer uma análise ao país e a esta governação socialista que tanto tem prejudicado os portugueses em geral e os jovens em particular.