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domingo, 16 de novembro de 2014

"Histórias da JSD" na comemoração dos seus 40 anos

Este domingo, na Bertrand do Fórum Aveiro, a JSD local foi a anfitriã, de mais um momento comemorativo dos 40 anos da juventude partidária, com a apresentação do livro"Histórias da JSD".

A sessão, contou com a presença de Pedro Pinto (ex-presidente), Bruno Coimbra (ex-secretário-geral) e de Paulo Colaço, coordenador do livro e permitiu revisitar a história da organização, num ambiente aberto à sociedade civil.

Pedro Pinto aproveitou a ocasião para relembrar que apontam hoje à juventude os mesmos defeitos de há 40 anos atrás, já que no seu tempo "também diziam que eu era irreverente e que não compreendia o mundo, diziam que não éramos responsáveis. Mas a história já se repete desde a Babilônia, há 2000 anos atrás".

Outro dos convidados, Bruno Coimbra, actual deputado do PSD à Assembleia da República, eleito em 2011 ainda como militante da JSD, preferiu relembrar as principais lideranças, bandeiras e vitórias da "jota" das últimas décadas.

No entanto, o evento serviu também para perceber a criação da JSD e o seu desenvolvimento, relembrando líderes e episódios marcantes. Paulo Colaço aproveitou a ocasião para relembrar que "Pedro Pinto criou líderes com firmeza. É uma pessoa que faz política pela política e é isso que é preciso: pessoas que façam política pela política e não por este ou aquele lugar".

Estiveram também presentes, Ribau Esteves, presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Catarina Pereira, líder da JSD Regional, bem como Rui Rei, presidente do PSD Aveiro.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Dívidas ao fisco deixam de impedir acesso a bolsas de estudo

Uma das grandes bandeiras da JSD nos últimos anos.

O Ministério da Educação recuou na medida que impedia alunos cujo agregado familiar tivessem dívidas ao fisco de se candidatar a bolsas de estudo no ensino superior, conta o Diário de Notícias.

A candidatura vai ser possível, garantiu o ministro Nuno Crato, depois de chegarem as verbas para o Garantia Jovem, um programa que visa atribuir “bolsas a alunos que tenham deixado de estudar ou estejam em risco de o fazer”.

Esta medida tomada pelo Governo impediu, no ano passado, quase 800 alunos de se candidatarem a bolsas de estudo nas universidades e politécnicos, mas deverá ser “aperfeiçoada”, como admitiu ontem o ministro da Educação e Ciência no Parlamento, aquando do debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2014.

Outro dos anúncios feitos por Nuno Crato foi, segundo o DN, o recuo na diminuição de 3% da massa salarial prevista para as instituições, que permitirá às universidades contratar livremente, desde que não aumente a massa salarial.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

JSD lidera YEPP Brussels Group


O Coordenador das Relações Internacionais da JSD foi designado pelos seus congéneres europeus como Presidente do YEPP Brussels Group, sendo assim o primeiro responsável máximo deste novo grupo de jovens europeus sedeado em Bruxelas.
No dia 6 de Setembro realizou-se a primeira reunião, tendo contado com a presença do Presidente do YEPP e de mais de 30 pessoas que diariamente irão trabalhar no sentido de influenciar as instituições e os líderes europeus para as principais preocupações da juventude europeia.
O YEPP Brussels Group tem como objectivo organizar conferências e seminários com diversos líderes europeus, apresentar propostas nas instituições europeias ou lançar campanhas de sensibilização para temáticas fundamentais para as novas gerações.

Fonte: JSD

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

JSD participa em reunião europeia



Com o tema de Job Creation Youth Summit, todos os Presidentes presentes assinaram a Declaração Europeia de Fomento do Emprego Jovem e assumiram o compromisso de elaborarem programas nacionais de combate ao desemprego jovem.Este fim‑de‑semana decorreu o Conselho de Presidentes do YEPP (Juventude do Partido Popular Europeu) em Bucareste, Roménia, tendo estado presentes 86 delegados de mais de 40 países europeus! Em representação da JSD estiveram presentes Luis Viegas Cardoso (Coordenador das Relações Internacionais) e João Paulo Meireles, (vice-presidente do YEPP).


Nos casos em que os países já têm programas implementados, como em Portugal se sucede com o "Impulso Jovem" foi referida a importância de serem apresentadas novas ideias e propostas até ao final do ano dado que todos os Estados-Membros têm de apresentar um Programa Nacional à Comissão Europeia!

Segundo Luis Viegas Cardoso "é fundamental que as organizações nacionais de juventude sejam consultadas e envolvidas no processo de definição de novas medidas, dado que têm um conhecimento mais aprofundado sobre os reais problemas que os jovens enfrentam no mercado de trabalho"

O Gabinete de Relações Internacionais da JSD destaca algumas das 10 resoluções aprovadas:
- diminuição de impostos das empresas quando contratam jovens;
- reforço das relações diplomáticas com outros países europeus (e.g.: Ucrânia, Moldávia);
- campanha comum para as eleições europeias;
- demonstração de solidariedade com a catástrofe ocorrida em Lampedusa;
- reforma da protecção de dados.
Durante estes dias os 86 delegados tiveram reuniões com o Comissário Europeu do Mercado Interno, Michel Barnier, Eurodeputados e especialistas em assuntos europeus do PPE e Centre for European Studies.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

COMUNICADO JSD: Resposta a Mário Nogueira

Resposta às declarações de Mário Nogueira

A JSD vem a público expressar a sua indignação perante as declarações insultuosas do dirigente sindical Mário Nogueira.

A JSD vem a público expressar a sua indignação perante as declarações insultuosas do dirigente sindical Mário Nogueira. Não sendo merecedor de resposta, pelo baixo nível das considerações que teceu, merece aquele dirigente sindical uma lição. Uma lição que ensine o respeito pela pluralidade de opiniões e pela liberdade de acção e expressão, o que claramente está em falta no sindicalista, mas que não pode ser admitida no (outrora) professor.

Estranha muito a JSD que o sindicalista Mário Nogueira, em face de uma pretensão tão singela quanto aquela formulada na questão que os deputados da JSD endereçaram ao Ministério da Educação e Ciência – e que era, recorde-se, a de saber quanto custam ao erário público os sindicatos dos professores -, tenha perdido a cabeça e a razão, optando por usar do insulto e da mais baixa e indigente retórica argumentativa.

Esquece-se o dirigente sindical Mário Nogueira que a democracia se compõe do livre exercício da consciência crítica e que o mandato dos deputados merece apenas a sindicância do povo português?

Desconhece Mário Nogueira que é prerrogativa, para não dizer mesmo dever de ofício, de um deputado escrutinar todas as verbas gastas pelo Estado?

A JSD ignora as razões que levaram a uma tão descontrolada e indigna reacção por parte de um dirigente sindical que, mal-grado o seu longo afastamento das lides lectivas, deveria promover uma outra forma de estar e agir.

A JSD solidariza-se com o Senhor Ministro da Educação pois, se a atitude de Mário Nogueira para com uma inofensiva pergunta da JSD teve o condão de espoletar uma tal reacção, só podemos imaginar o conteúdo e forma das intervenções do dirigente sindical no contexto das negociações entre o Ministério e a FENPROF.

Finalmente, cumpre repudiar o paternalismo bacoco e a desconsideração institucional que o dirigente sindical Mário Nogueira ensaiou e que, à laia de um desajeitado uso da mais deplorável retórica política, quis fazer passar por comentário de resposta. Onde faltam argumentos, sobram os insultos e  Mário Nogueira fez jus a esta velha máxima, denegrindo não os alvos, mas a sua pessoa e, por arrasto, a instituição que representa.

Fique, para todos os efeitos, o dirigente sindical Mário Nogueira a saber que  há, entre os mais de 50 mil militantes da JSD, muitos que têm mais anos de trabalho na carreira que escolheram do que o ex-Professor Mário Nogueira alguma vez terá na sua, agora que a mesma se aproxima do ocaso.

Quanto à inaceitável insinuação de que os jovens da JSD se formaram com base em ideias ou manuais de origem salazarista, menção verdadeiramente indesculpável e reveladora da personalidade de quem a profere, a JSD dispensa-se de repudiar o óbvio, garantindo que não foram livros de Salazar, nem de Lenine, ou Estaline que formaram a identidade e o espírito crítico dos seus membros. “Foram antes os professores dedicados que puseram a sua função ao serviço da comunidade, que leccionaram toda uma vida e que fizeram questão de nos dizer para não temermos os “Mários Nogueiras” desta vida, que nos ensinaram a não estranhar ouvir dos mais velhos as mais velhas frases feitas e lugares comuns e que nos desafiaram a romper com formas de estar e de ser paternalistas e sobranceiras, que de democrático não carregam mais do que as letras que formam aquela palavra”, declarou Hugo Soares, líder da JSD.

O presidente da estrutura reafirmou a vontade de esclarecer o objecto das perguntas efectuadas ao Ministério da Educação, ressalvando não ser este um ataque a quem quer que seja, mas apenas uma legítima e normal questão, à qual espera uma resposta com idêntica normalidade.

Hugo Soares aproveitou para relembrar que a JSD conta, nas suas fileiras com inúmeros professores. Jovens esses que Mário Nogueira insultou de forma indesculpável. Jovens que escolheram esta carreira não em busca de promoções automáticas, mas em busca de serem, eles próprios, exemplos de competência e entrega aos seus alunos, merecendo, no mínimo a retratação pública daquele dirigente sindical que é, por defeito, seu colega.

Estará na altura, porventura, de Mário Nogueira voltar ao banco de escola e reaprender, com esses professores, militantes da JSD, a importância do respeito e da elevação no debate público. Até lá a JSD afirma a sua total indisponibilidade para contribuir para a promoção mediática de uma figura que não lhe merece qualquer credibilidade e de quem não pode, como está mais do que claro, aprender o que quer que seja.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Universidade de Verão 2013 - Inscrições Abertas


Desde 2003 que se realizam as Universidades de Verão promovidas conjuntamente pelo PSD, a JSD, o Instituto Francisco Sá Carneiro e o PPE. Durante uma semana, de 26 de Agosto a 1 de Setembro numa jornada de estudos intensivos, trabalham em conjunto uma selecção de jovens quadros de elevado potencial e um naipe de formadores e oradores de grande qualidade.
 As candidaturas estão abertas aos militantes da JSD, a jovens quadros do PSD e a independentes que nas autarquias locais, no movimento estudantil, ou em qualquer outra actividade de intervenção social, tenham estreitado esforços com o nosso partido, preferencialmente no escalão etário entre os 18 e os 30 anos. As candidaturas podem ser enviadas até 30 de Junho, para a Rua de São Caetano, 9 - 1249-87 Lisboa, ou através do site AQUI .
 Só serão apreciadas as candidaturas completas (com o formulário de candidatura totalmente preenchido, acompanhado de currículo e de fotografia actual e com qualidade). Se os candidatos o desejarem (não é obrigatório) podem juntar um pequeno vídeo (não superior a 2 minutos) com a exposição das razões pelas quais deseja participar na Universidade, bastando para isso acrescentar, na ficha de candidatura, o endereço web onde se pode visualizar o filme (youtube, sapo, etc.).
Na selecção das candidaturas respeitar-se-ão critérios de equilíbrio entre os sexos, as idades e as proveniências regionais, e valorizar-se-á a componente de intervenção partidária e/ou cívica. Os candidatos que já foram seleccionados para anteriores edições perdem prioridade relativamente aos demais candidatos.
Os candidatos seleccionados deverão comprometer-se a participar em todas as sessões durante todo o curso e terão de pagar uma propina de inscrição de 130 Euros.

Com os melhores cumprimentos,
O Director da Universidade de Verão, Carlos Coelho                          
O Presidente da JSD, Hugo Soares

domingo, 5 de maio de 2013

Presidente da JSD/Aveiro exalta “formação de qualidade” dada aos jovens do partido


A presidente da JSD Regional de Aveiro defendeu que “a formação, de qualidade, de rigor e de excelência é uma aposta e uma marca” da estrutura. Catarina Pereira falava na sessão de encerramento da sexta edição do “Aveiro em Formação – Jornadas do Poder Local”, que no passado fim de semana decorreu em Aveiro. Na mesma sessão, o presidente da Distrital do PSD, Ulisses Pereira, enalteceu as lições que os jovens puderam levar dali.
“Acreditamos que para servir a causa pública devemos estar preparados para isso. A responsabilidade de servir os outros e de gerir o que é de todos é muito maior do que a responsabilidade de gerir o que é só nosso. É por isso que quem quer e quem vai nos próximos anos servir a causa pública deve estar bem preparado para isso, deve dar mostras da sua capacidade, da sua competência e do seu mérito” – afirmou Catarina Pereira, no balanço da iniciativa que juntou diversas figuras e produziu testemunhos de alguns dos melhores autarcas do distrito de Aveiro.
Referindo-se à importância que atribui às jornadas, a presidente da JSD/Aveiro sublinhou que “de nada adianta criar uma lei de limitação de mandatos se depois não se der a oportunidade aos jovens de fazerem parte dessa renovação que a lei pede e que é necessária”. Olhando para dentro e referindo-se ao PSD, disse não poder “investir tantos recursos, como o faz, e bem, nestes nossos jovens e depois não aproveitar esse investimento que faz neles”.
Catarina Pereira antecipou o processo autárquico em curso, para o qual deu o desafio da JSD como sendo maior do que nunca. “O novo quadro legislativo obriga a que uma substancial parte dos quadros autárquicos sejam renovados um pouco por todo o país. Tendo em conta que o PSD é a maior força autárquica do nosso país e do nosso distrito, muitos poderiam encarar este cenário com preocupação” – concluiu.
Na mesma sessão, o presidente da Distrital do PSD, Ulisses Pereira, sublinhou a importância da iniciativa, que disse “ter já ganho tradição”. O deputado social democrata valorizou “o contacto dos jovens com exemplos de boa gestão autárquica”, como uma forma de os preparar, não apenas para as próximas eleições, como para o futuro da sua atividade política.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

JSD defende a eleição directa do Presidente da Comissão Europeia

A Juventude Social Democrata foi a Berlim defender a eleição directa do Presidente da Comissão Europeia e a nomeação dos Comissários Europeus entre os Eurodeputados.

Relativamente à eleição dos comissários europeus, que são actualmente nomeados pelos governos nacionais, a JSD propõe que passem a ser eleitos entre os eurodeputados escolhidos em cada país.

Em termos práticos, o candidato a eurodeputado com mais votos a nível nacional seria designado como comissário.

 Luís Viegas Cardoso, coordenador do gabinete de relações internacionais da JSD, disse que o método que propõem para a eleição dos comissários europeus “seria uma forma de garantir uma representatividade mais directa em que os próprios eleitores saberiam que aquele seria o representante de Portugal”.

 Em última análise, os jovens sociais-democratas consideram que o processo tornaria “tudo mais claro” uma vez que os cidadãos europeus votariam para os representantes máximos na Comissão Europeia.

 A JSD junta assim a sua voz à resolução aprovada em Novembro de 2012 pelo Parlamento Europeu que propõe que a eleição por sufrágio universal se realize já em 2014.

 Durão Barroso, o actual presidente da Comissão Europeia, é também um defensor de que o seu sucessor seja eleito directamente pelos cidadãos europeus.

Fonte: Público

terça-feira, 26 de março de 2013

JSD passa factura de 78 mil milhões de euros a José Sócrates


A Juventude Social Democrata passou uma factura ao antigo primeiro-ministro de 78 mil milhões de euros, pelos "seis anos de desgovernação" e pela hipoteca do "futuro da juventude portuguesa".
A Juventude Social Democrata (JSD) emitiu uma factura que tenciona entregar amanhã, 27 de Março, ao antigo primeiro-ministro, José Sócrates, informou a organização em comunicado.

Será à porta da RTP, estação de televisão, onde a partir de Abril o ex-primeiro-ministro o voltará às intervenções públicas regulares, através do comentário político, que a JSD apresentará a Sócrates a factura dos “6 anos de desgovernação”. O montante ascende aos 78 mil milhões de euros e corresponde, segundo aquela juventude partidária, ao valor da hipoteca do futuro da juventude portuguesa.

A entrega da factura será realizada no dia em que Sócrates dá uma entrevista à RTP.

quinta-feira, 21 de março de 2013

"Responsável pela bancarrota tem espaço no canal pago pelos portugueses"

O líder da JSD, Hugo Soares, em declarações, esta tarde, à comunicação social mostrou-se contra ao regresso de Sócrates à vida política nacional, desta vez como comentador na RTP.

Hugo Soares falou ainda pelas gerações mais jovens dizendo que "hoje o país está indignado" com o regresso do responsável pela situação actual de Portugal.

Hugo Soares lembrou que José Sócrates é o "campeão das PPP's, da dívida pública, dos défices públicos e da parque escolar".

O líder da JSD e deputado à Assembleia da República deixou na pagina pessoal do Facebook aquilo que referiu à imprensa nacional.

Mensagem de Hugo Soares no Facebook:

Acabei de prestar declarações à imprensa: "hoje toda uma geração, todo um País, está indignado. O Campeão das PPPs, da dívida pública, dos défices públicos, da parque escolar; o responsável material e formal por levar o País à bancarrota e a um pedido de resgate que tem para os portugueses as consequências que todos conhecemos, é agora o convidado de honra semanal da RTP, estação publica que é paga pelos impostos de todos os portugueses".

sexta-feira, 8 de março de 2013

Hugo Soares: "Este governo ou sai escorraçado ou sai em ombros"

O presidente da JSD diz que os jovens não se revêem na classe política e admite que é difícil ter voz para defender o governo de Passos


A conversa com o presidente da JSD começa pelas fotografias. Faz um sorriso forçado e exclama que “nos tempos que correm” é difícil sorrir melhor. Hugo Soares diz que mudar o mundo “devagarinho” e não se importa de dar a cara por manifestações por melhores condições para a geração que “está enrascada”.
Antes de a entrevista começar disse que nos dias que correm é difícil não fazer um sorriso amarelo. E é difícil ser jovem do PSD?
É difícil ser político e ser dirigente. E de uma estrutura de juventude partidária ainda é mais. Os jovens não estão afastados da política. Nunca como agora - e as manifestações são prova disso - os jovens se interessaram tanto pelo futuro colectivo. Outra coisa é o afastamento dos políticos: não se revêem na classe política.
O que pensa a JSD fazer para aproximar jovens e políticos?
As pessoas só se aproximam se reconhecerem nos políticos um exemplo. O grande papel das juventudes partidárias é dar a visão de um jovem sobre os problemas transversais do país. A reforma do Estado é uma questão fundamental. Outra é credibilizar a vida pública. Já apresentámos três propostas ao primeiro-ministro: ao nível dos partidos entendo que o financiamento partidário e de campanhas deve ser exclusivamente público, o que acaba com a lógica de que há pessoas com interesses a financiar partidos; na Assembleia da República proponho que se crie um conselho de ética que analise do ponto de vista ético (e não de lei) as incompatibilidades dos deputados; e por fim, ao nível do governo houve uma lógica de encomendar legislação a escritórios de advogados que não faz sentido, quando temos universidades com os melhores professores a precisarem de ser financiadas.
Miguel Relvas deu o exemplo aos jovens portugueses?
Na esfera de actuação dele enquanto ministro, tem sido um excelente ministro.
A pergunta era no sentido político…
Percebo que a pergunta seja se um ministro que tem sido atacado por um conjunto de questões deve continuar no governo? Essa é uma responsabilidade do primeiro-ministro…
Os portugueses olham para Miguel Relvas e vêem essa credibilidade que defende?
Não vou extrapolar. O presidente da JSD tem total confiança no desempenho das funções do ministro.
É uma resposta politicamente correcta.
Não é. Não sou de meias palavras. Não concebo que num país como este se linche publicamente uma pessoa.
É isso que está a acontecer?
Acho que se tentou fazer isso com ele. Não concebo isso se não houver razões fundadas. Que se diga: “Este tipo mentiu, falseou”. Não o vi mentir. “Este tipo é um incompetente”. Não acho que seja.
É difícil defender o governo tendo em conta as manifestações na rua?
Não. Acho que não é. O que é difícil é ter voz para defender o governo.
Concorda com tudo o que o governo faz?
Não, como é evidente. O governo, como todos, comete erros e vai fazer muitas coisas mal. Acho que Passos Coelho vai sair como o melhor primeiro-ministro da história de Portugal. Até porque acho que este governo só tem duas hipóteses: ou sai escorraçado ou sai em ombros. A missão patriótica e histórica é de tal grandeza que não tem duas alternativas. Vamos rezar para que saia em grande. Se isto corre mal, e eu não acredito, é uma catástrofe. Agora é difícil ter voz. É uma lógica de mediatismo. Se quiser ser notícia, consigo sê-lo todos os dias, basta dizer mal.
Isso não foi o que fez Passos Coelho quando foi líder da jota e Cavaco era primeiro-ministro?
Acho que discordou quando teve de discordar. Por exemplo, há umas semanas saiu a ideia de que o serviço militar obrigatório poderia voltar. Se isso acontecesse o governo tinha-me na linha da frente contra essa loucura. Não me sinto também nada confortável com o facto de haver jovens que não recebem bolsas porque os pais têm dívidas às finanças. Já pedi uma reunião com o ministro da Educação. Não acredito num país onde há jovens que não estudam porque não têm condições, mas também não acredito que independentemente do rendimento, paguem o mesmo.
Defende um modelo diferenciado pelo rendimento?
A questão é: faz sentido um agregado familiar de 10, 15, 20 mil euros pagar as mesmas propinas do que um agregado mais pobre?
Qual é o modelo a seguir?
Quem mais ganha tem de pagar mais para que quem não tem possibilidades possa pagar menos.
Os impostos não fazem já essa diferenciação?
Sim, mas a verdade é também que os impostos não chegam para pagar o Estado social. É preciso encontrar um mecanismo que seja sustentável e a nossa geração deve defender este Estado social.
Como é que é possível cortar os 4 mil milhões ou a reforma do Estado ou as poupanças, como prefere agora o governo dizer, sem ser na Saúde, Educação e Segurança Social?
A JSD foi a primeira a querer liderar esse debate. Não quero que haja uma meta. Foi um erro político colocar a questão dizendo que tem de se reformar cortando quatro mil milhões. A questão é que queremos reformar o Estado porque queremos dar-lhe sustentabilidade.
Isso é o que defende António José Seguro, que diz que está disposto a debater a reforma sem ser cortar os quatro…
… sem que se corte nada. O maior atentado ao Estado democrático foi o que o PS fez ao recusar participar na comissão parlamentar. Todas as discussões difíceis, Seguro não as quer fazer. António José Seguro chegou a líder do PS sem ter opinião sobre coisa alguma. Não o consigo respeitar pela forma enviesada, titubeante, irresponsável como assume ser o líder do maior partido da oposição. Voltando à reforma. Quando saí do congresso mandei uma carta à JS a desafiá-los para nos sentarmos à mesa a discutir. Era um exemplo de maturidade.
Qual foi a resposta?
Passados três meses disseram que estão muito disponíveis, mas que nós temos uma visão muito diferente por isso nem vale a pena. Esta falta de vontade de consenso político incomoda-me.
A defesa dessas ideias e manifestações constantes como a do passado sábado não é a prova de que o PSD se está a afastar dos portugueses?
Vou dizer uma crueldade que sei que as pessoas, sobretudo a laranjada, não gosta que se diga. Vivemos há 35 anos num país onde toda a gente diz mal, o diagnóstico está feito há muitos anos, a primeira vez que um governo começa a mexer em tudo, falando a verdade, as pessoas afastam-se porque não é popular, não é eleitoralista. Se a consequência de o governo fazer o que tem de fazer é preciso perder eleições, então eu estou como o Passos: que se percam as eleições.
O partido aceita isso?
Espero bem que aceite. Quero crer que sim.
Tem ouvido muitas queixas?
Sim, muitas.
De amigos?
E dos meus pais. Estar na vida política é uma coisa a full-time. A minha mãe olha para mim e diz-me que lhe cortaram 300 euros de pensão e pergunta-me: “o que é isto?”. E queixam-se. Todos os dias ouço queixas, muitas.
Tem amigos que foram à manifestação?
Devo ter. Os mais próximos não porque no sábado fiz anos e estavam todos na minha festa.
Já foi a alguma manifestação?
Sim, a várias. Liderei algumas quando estava nas associações de estudantes.
Só contra governos socialistas?
Não. Quando acreditava nas causas. Agora não posso ir a uma manifestação que diz “Que se lixe a troika”. Já escrevi um artigo em que pergunto: “E se a troika nos manda lixar a nós?”
Foi à manifestação da “Geração à rasca” quando José Sócrates era primeiro-ministro?
Fui. Foi uma manifestação de uma geração à rasca. E iria outra vez se houvesse uma manifestação que se chamasse “Geração á rasca”.
Se amanhã houvesse uma iria?
Sim, porque a nossa é uma geração enrascada que nunca vai viver como a dos nossos pais.
Mesmo sendo um governo PSD?
Claro que sim. Não significava que estivesse lá a dizer que este governo é uma porcaria, mas iria para alertar as pessoas para a falta de oportunidades que a minha geração tem, que é brutal.
O que tem feito o governo para combater o desemprego jovem?
Reformas estruturais por um lado, ajustamento por outro. Ninguém consegue correr com uma mochila às costas cheia de pedras, que são a dívida e o défice. A aposta na educação é fundamental.
Nuno Crato tem feito o que é suposto?
É um excelente ministro. Há muito para fazer na Educação, sobretudo falar verdade. Vamos falar verdade: o país tem cada vez menos gente, nascem cada vez menos crianças e esse é um grave problema.
O que se deve fazer?
Tem de se reduzir o número de vagas e o número de cursos.
E fechar faculdades ou politécnicos?
Tem de ser reorganizar. É preciso reorientar os politécnicos para a verdadeira função deles: ensino técnico. Acho bem que as pessoas tenham direito aos seus sonhos, mas se disserem que tens de ter média de 18 porque as vagas são poucas e tens de ter uma boa média, então tem de se lutar pela excelência.
O governo está a conseguir travar o desemprego jovem?
É claro que não está porque está a aumentar. E não está porque isto não se faz do dia para a noite.
Esse não tem sido o problema do governo: comunicação e divulgação?
Divulgação não me preocupo que seja um problema porque para foguetes, panfletos, festa-festa, já chegou. Comunicação acho que sim, mas também é muito difícil comunicar quando o país está no estado em que está. Quando se diz um milhão de vezes que se quer reformar o Estado para o tornar sustentável e o que sai é que o governo quer acabar com o Estado social, é impossível. Agora claro que há erros políticos do ponto de vista da comunicação. Há coisas que não deviam ser ditas de uma forma diferente.
O PSD não desapareceu com a ida para o governo?
A JSD não desapareceu. Se o PSD desapareceu não devia. Cada militante do partido devia fazer o que Cavaco Silva disse uma vez: pegar na sua bicicleta e pedalar, explicar às pessoas o que está a acontecer.
Alguns dos presidentes da JSD estão no topo da política. Tens ambições de chegar mais longe?
Sou a pessoa mais realizada do mundo. Adoro aquilo que faço, adoro fazer política e não tenho vergonha de o assumir. Adoro a minha profissão. Adoro ter responsabilidades e mudar a vida das pessoas, devagarinho. Mas amanhã, se o partido e aqueles que fazem as listas e os cidadãos não me elegerem eu tenho uma vida profissional que seguirei sempre. Aquilo que me reserva não sei, mas gosto muito de ter responsabilidades políticas.

Fonte: Jornal I

segunda-feira, 4 de março de 2013

Hugo Soares em debate sobre a queda demográfica

O líder da JSD participa esta tarde, no Theatro Circo, em Braga, num debate organizado pelo Expresso e sob o tema: "Cada vez menos e mais velhos. Como inverter a tendência?"

À partida para esta conferência, Hugo Soares não deixou de sublinhar a importância que o tema tem nos dias de hoje, mas lembrou que esta é uma questão que pode trazer problemas no futuro.

O líder da Jota deixou a ideia clara, antes da entrada para o debate, através do Facebook.

Mensagem de Hugo Soares na íntegra:

Esta tarde estou no Theatro Circo, em Braga, na conferência do Expresso "Cada vez menos e mais velhos. Como inverter a tendência?". Uma iniciativa importante e que urge potencializar para preparar o futuro das novas gerações!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

"Debate de Uma Geração - Reforma do Estado"


A JSD discute a Reforma do Estado nas Universidades, junto dos jovens, a partir de dia 27 de Fevereiro.

A Juventude Social Democrata inicia nesta quarta-feira, dia 27 de Fevereiro, um ciclo de debates intitulado "Debate de Uma Geração" sobre a Reforma do Estado.

Ao longo dos próximos meses, nas Universidades perto dos jovens, vai ser lançado o mote para a discussão sobre o que queremos do Estado e o que temos que mudar para o tornar sustentável.

Dia 27 de Fevereiro, entre as 10h e as 18h, no auditório da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Vem participar na discussão sobre o estado do Estado!
















































Fonte: JSD

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

"Portugal está a mudar"

No primeiro dia do ano, o líder da Juventude Social Democrata (JSD), Hugo Soares, deixou uma mensagem de "esperança" para o futuro.

Convocando todos os portugueses a agirem rumo à "mudança", que segundo Hugo Soares já está a acontecer no nosso país.


Mensagem integral de Hugo Soares:

Caros Amigos,
Nesta viragem de ano, queria deixar os meus votos que 2013 seja o ano em que todos possamos acreditar no superar das dificuldades, o ano da esperança e das oportunidades. Portugal está a mudar. E nós somos agentes dessa mundaça!
Um fantástico 2013 para todos!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

COMUNICADO


Realizou-se no passado fim-de-semana, dias 14, 15 e 16 de Dezembro, em Ourém, o XXII Congresso Nacional da Juventude Social Democrata (JSD).

A Secção de Aveiro da JSD esteve representada por 12 elementos da estrutura local, que elegeu como presidente Hugo Soares.

Saudamos a eleição do aveirense, Simão Quina, como Secretário da Mesa do Congresso Nacional, orgão onde a estrutura local nunca esteve representada. Esta eleição é prova do trabalho desenvolvido pelos militantes aveirenses.

A outra eleição que enche de satisfação a JSD de Aveiro é a de Bruno Costa (ex-membro da estrutura aveirense) como militante honorário. O facto constitui prova da sua actividade como vogal da Comissão Politica Nacional e como Conselheiro Nacional.

O Congresso da JSD teve como temas principais de discussão o emprego, o empreendedorismo e a educação.


Comitiva da JSD, Secção de Aveiro, que se deslocou a Fátima

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Hugo Soares é o novo líder da JSD


O novo presidente da Juventude Social-Democrata (JSD) divide o tempo entre Braga e Lisboa. Na terra onde nasceu, no Norte do país, mantêm-se abertas as portas do escritório onde exerce advocacia desde que acabou o curso de Direito, há cinco anos. Um garante da “independência em relação à política”, explica. Na capital estão as responsabilidades enquanto deputado – Hugo Soares é um estreante nesta XII legislatura, desdobrando-se entre as comissões de Assuntos Constitucionais, de Defesa Nacional, a comissão parlamentar de inquérito à nacionalização do BPN e a coordenação do grupo de trabalho que acompanha a aplicação de medidas de combate à corrupção. No final da semana, as horas que sobram têm destino certo, depois de há duas semanas ter visto nascer o primeiro filho. E desde ontem, nova nota na agenda pessoal: aos 29 anos, assume a presidência da JSD.
A moção que levou ao XXII Congresso da JSD é um espelho fiel daquilo que foram as experiências de Hugo Soares nos últimos anos. Sob o chapéu da “revisão constitucional”, o deputado social-democrata defende que o governo deve tomar uma posição assertiva em relação, por exemplo, a temas como a promoção da natalidade, ao mesmo tempo que se revela com um prato forte em defesa do fim da tendencial gratuitidade da saúde e do ensino básico em Portugal.
Mas, nas suas palavras, Hugo Soares enfatiza sobretudo a necessidade de “credibilizar aquilo que é a actuação política”, levantando para isso o véu da “criminalização” das decisões dos detentores de cargos públicos que, no exercício das suas funções, tenham prejudicado as contas do país, uma medida já aprovada no parlamento mas que mereceu o chumbo do Tribunal Constitucional. “Temos de ser determinados ao exigir que o limite ao endividamento público – a chamada regra de ouro – seja consagrado na Constituição” porque “não queremos que façam às próximas gerações o que fizeram à nossa”, diz.
Numa antevisão do mandato, Hugo Soares garante que nos próximos dois anos a JSD vai continuar a ter “autonomia total em relação ao partido”. Mas não se espere que daí surjam confrontos com a coligação: “Vamos estar ao lado de um governo de salvação nacional”, ressalva o futuro líder da jota, para quem as políticas seguidas pelo actual governo são “o único caminho” possível para que o país acerte o passo com as contas públicas.
Chega à presidência da JSD quase vinte anos depois de o actual primeiro-ministro ter estado no mesmo lugar. Sobre o chefe do governo, Hugo Soares não tem dúvidas de que “vamos chegar ao final desta legislatura e Pedro Passos Coelho vai renovar o seu mandato”, ainda que assuma que “estamos num limiar em que as pessoas não suportam mais sacrifícios para ter uma vida condigna”. Ao mesmo tempo, acredita que “no final do seu percurso enquanto primeiro-ministro, vamos dizer que este foi um dos melhores que Portugal teve”.
Durante o último ano esteve mais afastado da militância activa, período em que assumiu a presidência da Mesa do Conselho Nacional. À chegada ao cargo máximo da jota, mais do que olhar para os colegas de partido, Hugo Soares sublinha que vai procurar ser o “líder da juventude em Portugal”, uma tarefa que assume desde ontem, depois de ter visto a sua moção à presidência da JSD ser aprovada pelos jovens companheiros de partido, no XXII Congresso. Garante que à JSD não faltará “autonomia” em relação ao governo, mas não será ele a levantar possíveis ondas de contestação.
Fonte: ionline

sábado, 15 de dezembro de 2012

Duarte Marques: "Fizemos o possivel e o impossível"

No primeiro dia do XXII Congresso Nacional da JSD, que se realiza no Centro de Estudos de Fátima (CEF)a sessão ficou marcada pelos discursos emotivos de quem termina agora o seu trabalho na JSD Nacional.

 O ainda líder, Duarte Marques, aproveitou o momento para fazer o balanço dos últimos dois anos da "jota", destacando o facto de "não se ter cumprido todo o trabalho", mas realçando o facto de esta equipa ter feito o possivel e impossível para continuar o trabalho que a JSD realiza.

Esta sexta-feira ficou ainda marcada pelo primeiro discurso aos congressistas de Hugo Soares, candidato à liderança da Juventude Social Democrata. Hugo Soares aproveitou o momento para desmentir a notícia do jornal I, afirmando defender o "ensino gratuito para quem nao pode pagar" [n.d.r. o jornal I afirmava na sua edição de sexta-feira, dia 14 de Dezembro, que Hugo Soares defenderia o ensino publico pago].

 O Congresso continua este sábado com a discussão das varias moções de estratégicas

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Arranca hoje o XXII Congresso Nacional da JSD

Inicia-se esta sexta-feira, em Fátima, o XXII Congresso Nacional da JSD.
Cerca das 20 horas terá início mais importante organização da JSD, que se realiza de dois em dois anos, desta vez no Centro de Estudos de Fátima (CEF).
A partir das 16 horas os congressistas podem fazer a tua credenciação no local do Congresso.
Os trabalhos iniciam-se no dia 14, 6ª feira, às 20 horas, com a presença do Secretário Geral do PSD, José de Matos Rosa, e terminam no dia 16, domingo, às 13h30m com a presença do Presidente do PSD, Ex líder da JSD e Primeiro Ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho.
A organização pede aos participantes "que no momento da credenciação entregues um bem alimentar para ser posteriormente entregue a uma Instituição do concelho que nos acolhe".
No Sábado, entre as 14h30m e as 19h30m estará no CEF uma unidade móvel do Instituto Português do Sangue e Transplantes para proceder à recolha de sangue, quer de dadores habituais, quer de novos dadores.

Programa do Congresso:

Sexta feira, dia 14

16:00 – Início da credenciação dos Congressistas
20:00 – Sessão de Abertura dos Trabalhos do Congresso
22:00 - Apreciação do Relatório de Actividades da Comissão Política Nacional do mandato 2010-2012.

Sábado, dia 15
10:00 – Reuniões das áreas temáticas prioritárias
14:00 – Apresentação e discussão das Moções de Estratégia Global e das Propostas Políticas Sectoriais para o mandato 2012-2014.

Domingo, dia 16
08:00 – 12:00 - Eleição dos Órgãos Nacionais da JSD
13:30 – Sessão de encerramento dos trabalhos do Congresso com votação das Propostas Políticas das áreas temáticas prioritárias e tomada de posse dos Órgãos Eleitos para 2012-2014.

*O programa pode ser alterado a qualquer momento por decisão do congresso.

Fonte: JSD